MEDIDA ACERTADA
Foi bom ler a reportagem “Zezinho toma posse propondo uma administração descentralizada”, p. 3. Lógico que todo presidente de Câmara Minicipal que age com bom senso, deve realizar uma administração descentralizada. É o que se espera. Outro detalhe importante é que ele ressaltou o bom trabalho feito pelo ex-presidente Wilson Starling (Juninho), dizendo que deve se espelhar na forma de presidir do vereador. Apesar de cada um ter suas características próprias para administrar um órgão, ele foi humilde e soube valorizar o trabalho de seu antecessor. A redação deste jornal foi feliz, também, em não deixar escapar outra declaração do atual presidente: “(...) frisou que valorizará os funcionários da Câmara, muitos com trinta anos de prestação se serviços” e que “(...) espera que o povo esteja bem representado com vereadores dispostos a trabalhar por eles.” Em outra reportagem, “Novidades na assessoria de imprensa e diretoria geral, nesta mesma página, ele manifesta seu carinho pelos funcionários, dizendo que aprendeu muito com eles. Ética, bom senso e respeito são sinais animadores de uma boa postura por parte de um bom político.
ATÉ QUANDO VAMOS ESPERAR ?
Para Marinete Silva Moraes, presidente do Conselho Regional da ONG Cáritas em Minas Gerais e Vice-presidente da Cáritas diocesana de Itabira, esta pergunta não existe. Ficamos conhecendo parte de seu trabalho na série “Histórias de Vida”, lançada por este jornal e de responsabilidade, também, do nosso aluno do Curso de Jornalismo do IES/Funcec, Lucas Palhares. É importante saber que todos as atividades realizadas pelos responsáveis são de caráter ecumênico e todas as pessoas podem ter acesso aos mesmos. Diante do conhecimento deste trabalho e de muitos outros, não podemos dizer que nada se faz em benefício da sociedade. Caso houvesse mais investimento nesse sentido, não teríamos tantos jovens na delinqüência como vimos na matéria “Roubo à mão armada no Santo Hipólito”, p. 5, em que são roubados um celular e, inclusive, um boné. O ato de roubar nunca pode ser apoiado por ninguém, mas em relação à alta taxa de desemprego no país, à educação que, infelizmente, ainda não é para todos, e à falta de projetos que possam direcionar as aptidões de nossos jovens, esse ato é até corriqueiro. Piores, ainda, são os maus exemplos de roubos que temos pelos “colarinhos brancos”. Se eles que têm boas ou excelentes condições de vida, são corruptos e dão mau exemplo, o que podemos esperar desses pobres marginais e marginalizados? Por isso, os nossos aplausos à Presidente Marinete e a este jornal pelo início a esta série de reportagens. Realmente, Papai Noel é cada um de nós. Não é preciso esperar por ele. A melhor ação pode partir de cada um de nós.